Por Maramélia Miranda, Neurologista vascular, CRM-SP 88.549, RQE 97.572**. Atualizado em Setembro/2026.
O que é epilepsia e convulsão? Existe cura? Qual a diferença entre ataque epiléptico e epilepsia?
As crises convulsivas estão entre os eventos neurológicos mais frequentes na prática clínica. Dados epidemiológicos apontam que cerca de 5% da população sofrerá pelo menos uma crise convulsiva ao longo da vida, sendo uma condição prevalente em todas as idades, com pico importante em crianças nos primeiros anos de vida.
Mas afinal, qual é a diferença entre uma convulsão pontual e a epilepsia? A condição tem cura? Como agir de maneira correta durante um ataque? Entenda detalhadamente a seguir.
Qual a diferença entre epilepsia e convulsão?
Este é um dos questionamentos mais comuns nos consultórios de Neurologia. A explicação conceitual é direta:
- Epilepsia: É o diagnóstico clínico estabelecido quando o indivíduo apresenta duas ou mais crises convulsivas não provocadas recorrentes. Nesses casos, o médico neurologista investiga a repetição das crises, o padrão elétrico e a causa subjacente, para definir a doença e o melhor tratamento.
- Crise Convulsiva ou Convulsão: É um evento isolado causado por uma descarga elétrica anormal, súbita e excessiva no cérebro. Uma pessoa pode ter uma ou duas convulsões pontuais ao longo da vida (por exemplo, desencadeadas por uma febre alta ou desequilíbrio metabólico grave) sem que isso configure a doença crônica.
O que convulsão e quais os tipos de crise?
A convulsão ocorre por uma falha temporária na condução elétrica cerebral, gerando hiperexcitação em áreas específicas ou em todo o órgão. As manifestações clínicas variam conforme a classificação da crise:
1. Crises Generalizadas (Tônico-Clônicas)
É o tipo mais conhecido e grave. O paciente perde a consciência subitamente, desmaia e apresenta abalos musculares generalizados e rítmicos em braços e pernas, frequentemente revirando os olhos e acompanhado de hipersalivação ou liberação esfincteriana espontânea. Exigem atendimento rápido para preservação da integridade física.
2. Crises de Ausência
Mais comuns na infância, caracterizam-se por breves segundos de desligamento. A criança para o que está fazendo, fica com o olhar fixo e vago por alguns segundos, retornando ao normal imediatamente depois, sem se lembrar do episódio.
3. Crises Parciais Complexas
Apresentam sintomas mais heterogêneos. Há alteração ou perda parcial da consciência, acompanhada de comportamentos automáticos ou movimentos estranhos (como mastigação involuntária, movimentos com a boca ou rotação da cabeça).
4. Crises Parciais Simples
O paciente permanece totalmente consciente durante o evento. Manifestam-se por sintomas focais, como um abalo involuntário e incontrolável em apenas um membro (um braço ou uma perna), conseguindo relatar com precisão tudo o que aconteceu após o término.
Diagnóstico clínico e Exames para o Diagnóstico
O diagnóstico da epilepsia apoia-se fundamentalmente na história clínica detalhada. Como a maioria das crises envolve perda de consciência, a presença de uma testemunha ocular é indispensável na consulta com o neurologista para descrever com precisão o que aconteceu antes, durante e depois do evento.
Quais Exames São Solicitados?
- Eletroencefalograma (EEG): Exame padrão-ouro obrigatório para mapear a atividade elétrica cerebral.
- Exames Laboratoriais: Sangue e urina para descartar distúrbios metabólicos ou infecciosos.
- Exames de Imagem (Tomografia ou Ressonância Magnética): Solicitados conforme critérios médicos estritos. Ao contrário do que muitos pensam, nem todo paciente com convulsão precisa fazer exames de imagem. Condições bem definidas — como a convulsão febril simples em crianças — dispensam totalmente o uso de tomografias ou ressonâncias desnecessárias, evitando exposições evitáveis à radiação.
Principais causas de Epilepsia e Convulsões
As origens variam de acordo com a faixa etária:
Em Adultos e Idosos:
- Traumatismos cranioencefálicos (TCE)
- Acidente Vascular Cerebral (AVC)
- Tumores cerebrais e malformações vasculares
- Infecções do sistema nervoso central (meningites, encefalites)
- Doenças metabólicas e cardiopatias
Em Crianças:
- Fatores genéticos e hereditários
- Hipóxia (falta de oxigênio) perinatal durante a gestação ou parto
- Malformações congênitas do cérebro
- Infecções e meningites
-
Convulsões febris: Crises desencadeadas por picos de febre alta em crianças pequenas (geralmente entre 6 meses e 4 anos de idade).
O que fazer durante uma crise de convulsão? (Passo a passo)
Se você presenciar alguém tendo uma crise generalizada, mantenha a calma e execute o seguinte protocolo de segurança:
- Proteja a pessoa: Afaste objetos perigosos ao redor e coloque-a deitada de preferência no chão, com um apoio macio (como uma almofada ou casaco) sob a cabeça.
- Posição lateral de segurança: Vire a cabeça da pessoa delicadamente para o lado para permitir o escoamento de saliva ou vômito, prevenindo engasgos e aspiração.
- NÃO coloque objetos ou os dedos na boca: É um mito perigoso tentar puxar a língua. A rigidez muscular da crise pode lesionar gravemente os seus dedos ou fraturar os dentes da vítima.
- Cronometre o tempo e areje o ambiente: A maioria das crises cessa espontaneamente em poucos minutos.
- Chame ajuda médica: Acione o serviço de emergência (como o SAMU – 192) caso a crise dure mais do que o habitual ou se for a primeira experiência do paciente.
Tratamento de Epilepsia: Existe cura?
A epilepsia pode e deve ser rigorosamente tratada. Embora nem sempre se fale em “cura” definitiva nos moldes cirúrgicos, a grande maioria dos pacientes atinge o controle absoluto das crises por meio do uso contínuo de medicamentos anticonvulsivantes (como ácido valpróico, carbamazepina, oxcarbazepina, levetiracetam, entre outros).
Atenção sobre o risco: A convulsão em si raramente é fatal de forma direta, mas o grande perigo reside na perda de consciência em situações de risco — como dirigir veículos, atravessar ruas movimentadas, manusear máquinas pesadas ou nadar sem supervisão.
Tratamento Cirúrgico
Indicado de forma restrita para pacientes com epilepsias refratárias (de difícil controle medicamentoso) ou quando exames identificam uma lesão anatômica estrutural específica (como displasias ou cicatrizes focais) que possa ser removida com segurança pelo neurocirurgião.
Cuidados Essenciais e fatores de risco para crises e pacientes com Epilepsia
Pessoas com predisposição ou diagnóstico de epilepsia possuem maior suscetibilidade a descargas elétricas cerebrais anormais quando expostas a determinados gatilhos. Recomenda-se evitar:
- Infecções e febre prolongada: Trate quadros infecciosos rapidamente logo no início.
- Jejum prolongado: Evite passar muitas horas sem se alimentar; mantenha intervalos regulares de 3 a 4 horas.
- Privação de sono: Noites mal dormidas ou exaustão extrema reduzem o limiar convulsivo.
- Consumo excessivo de álcool.
- Estímulos luminosos estroboscópicos intensos: Como luzes piscantes contínuas em pistas de dança ou baladas (relevante para portadores de epilepsia fotosensível).
- Esquecer a medicação: Esta é a causa número um de recorrência de crises em epilépticos. Jamais interrompa o remédio sem autorização do seu neurologista.
+++ Convulsão febril: Entenda tudo!
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** Dra. Maramélia Miranda é neurologista com formação pela UNIFESP-EPM, editora do blog iNeuro.com.br.



Boa noite.depois do parto.do meu filho.foi ai q ocoreu.a minha primeira convusao.mas os medicos .n mim diseram nada.o tempo passou e depois de dois anos .aconteceu.novamente.mas ja fiz todos os tipos de emsame.e n acusou nada .mas n entendo a maioria das minhas convusoes sao .quando estou dormindo.o q pode ser.tomo apenas fenobabital.sempre q vai mim dar uma crise .meu coracoa.bate.forte.ou sinto .uma azia q au tomar aqua .se for mim dar a crise.simplesmente n.mim dar mas.por favor mim ajudem preciso muito de alguma esplicaoa.obrigada.
Meu irmão de 22 anos sofre convulsões enquanto dorme, todo o mês de 1 a 3 convulsões seguidas.
Ele já fez vários exames como: Tomografia, Eletro, Sangue, Urina, e os exames não indicam nada.
E o pior que todos os neuros que ele já passou recomendaram remédios sem saber qual a causa destas convulsões.
Hoje meu irmão toma Oxcarbazepina 300mg de 8 em 8 horas que o faz engordar, e suar muito durante a noite.
E na minha opinião não faz tanto efeito assim pois não evita as crises.
* Gostaria de saber se a cura ?
* É possível durante a crise fazer alguma coisa para que não corte a língua ?
Ola, me chamo Vanessa, minha filha nasceu prematura de seis meses e meio, tem acidose tubular renal, e tem crises epiléticas, hoje esta tomando trileptal (600ml) e depakote (1000ml) com apenas 5 anos de idade, estou muito preocupa, pois ela fica muito sonolenta, não quer brincar nem ir pra escola. Estou em busca de uma opinião.
joao, é dificil te responder apenas com este relato. vc teve algumas crises. não sei o status do parenquima do seu cerebro (se tem alguma lesão, ou nao). sobre seu EEG (se há alteração ou não).
estes sao alguns dos parametros que usamos para conversar, analisar caso a caso, e decidir sobre reduzir ou parar medicação para crises. nao acho que suas atuais crises tem haver com as que vc teve ao nascimento… de toda forma, é dificil mexer no tratamento que está dando certo (vc relata controle total da crises há 6 anos!). Discuta estes pontos com seu neuro e veja com ele (ou ela) os riscos e beneficios de reduzir ou retirar a medicação atual.
Tive convulsão nos primeiros dias/meses de idade. Após, até os 49 anos não tive mais, quando, de repente, em um dia de muito calor, simplesmente tive essa nova crise, até o 53 anos. Nessa ocasião anterior fui internado por dois dias. Ministraram FENITOÍNA. Novamente, um ano depois, nova crise, quando cheguei a ser internado na UTI. Mais outras crises, mais leves, anos depois. A partir de 2008 estou tomando a FENITOINA e FENOBARBITAL.
Fenitoína 3 vezes ao dia. O outro 1 pela noite.
A minha pergunta, continuo tomando. Não ocorreu mais outras crises.
eu tenho crises convulsivas há mais de dez anos e nunca consigo lembrar de nada; é muito chato, ruim, só fui conhecer algumas pessoas em mesquita; vivo a base de remedios; tomo fenitoina de 100mg,fenobarbital de 100mg, carbazepina de 200mg 2 comprinidos e rivotril de 2 mg; a mesma quantidade que uso de dia, uso de noite, e mesmo assim não tenho controle; e meus filhos de 10 e de 5 anos veem tudo, e fico muito constrangido; existe cura para essa doença?
tive quatro convulsões num periodo de cinco anos os medicos me disseram q eu nao sou epiletico me passaram a medicação mas não descombriram a causa parei de tomar os remedios a algum tempo e não tenho nenhuma crise há dois anos pode se dizer que estou curado ?
Meu filho tem crises desde os 5 anos de idade. mais ele lembra de tudo, e diz que não consegue responder quando falamos com ele. Primeiro ele fica torto para o lado direito e depois da crise sempre baba,.
Celso quais os exame o seu filho fez? Observe se as crises tem alguma relação com sono, noite mal dormida, algo assim. Outro detalhe: Ele já fez algum vídeo eletroencelógrama de longa duração? Já foi identificada a região onde ocorrem os distúrbios elétricos? Isto é essencial para diagnosticar até uma possibilidade cirúrgica. Onde vcs moram? E força, gente, a todos que estão lendo estes comentários, muita força, e nunca tenham vergonha de dizer o que está acontecendo com vocês. Levantem a cabeça e vivam a vida, sim, principalmente nos casos em que os pacientes já são maiores. Alguém poderá dizer: há é fácil falar, de fato, mas vcs assim como eu, precisam viver por mais difícil que seja. Tenho um filho com esse problema, como vocês já podem ter lido nos comentários, e sim, tive dificuldade de retomar a minha vida.
Isla quais exames seu irmão fez?? Fez o V eeg de pelo menos 24 horas? Realmente foi diagnosticado com eplepsia?
Fez ressonância magnética? Entendo a sua aflição. Onde ele está sendo tratado???
Eu tenho epilepsia dede meus 14 anos, em 2002 segundo meu neurologista esta foi a responsável por uma parada cardiorrespiratória que ocorreu, até o momento não sei que tipo de epilepsia que tenho, eu não salivo, não faço xixi, tenho perda de consciência, meu passado foi apagado com se passassem uma borracha, tenho muito esquecimento, agora estão sendo acompanhadas de picos de PA, que sobe muito e depois cai rapidamente, tenho muitos espasmos musculares, com enrijecimento da musculatura, doí muito. perco a locomoção motora algumas vezes com perda da conciencia.Será que alguém pode classificar esse tipo de epilepsia?
Boa Tarde!
Aos 17 anos meu filho teve sua primeira convulsão, hoje esta com 23 e se trata com (trileptal), o que me chama a atenção é os intervalos que são longos, acima de um ano em media. Outro ponto que todas as crises ocorreram logo apos a refeição (almoço), apesar de todos as exames terem dados negativos será que pode ter alguma relação com hipoglicemia. Meu filho geralmente não se alimenta bem pela manhã mas abusa na hora do almoço.
Meu sobrinho tem crises de ausencia. Foi diagnosticado como epilepsia. Alem disso, teve diagnostico confirmado de autismo. Ele tem 4 anos. O medico indicou o depakote diariamente. Seria o ideal, ou pode haver algum medicamento mais leve?
Bom dia,
Meu irmão tem 38 anos e em 2006 teve sua primeira crise convulsiva. A partir daí , sempre têm crises. Ocorre que, ultimamente ele vem tendo crises constatemente. Já foi para diversos neurologistas e nenhuma doença é detectada. Ele faz uso de Trileptal 3 vezes ao dia e Rivotril a noite. Apesar de tomar diariamente os remédios, continua tendo as crises. Semana passada, na quinta-feira, ele teve 3 crises durante o dia., fato que nunca aconteceu. Sempre após as crises vêm vômitos e dores de cabeça muito forte. Nós da família não sabemos mais a quem recorrer. Ele está sendo acompanhado também por uma psiterapeuta. Será que essas crises podem ser causadas por estresse?? Se fosse epilepsia, o remédio não controlaria as crises???
Minha bebezinha, alexia, ta tomando carbamazepina e abril ela tem agora só uns espasmo comeslu tomar sabri a uns sete dias quero saber se pode parar estes espasmo foi diaguinosticada como síndrome de West pode parar ? Silmara
liliane, pelas descrições e seu relato, se as crises forem reais (crises com alteração concomitante no eletroencefalograma), deve ser uma epilepsia de dificil controle. o ideal nestes casos é fazer o video-EEG para confirmar a concomitância das crises convulsivas e alteração do EEG. Se não tiver EEG na sua cidade, sugiro fortemente que procure a cidade mais proxima onde poderá fazer este exame. Seu filho já usou até o Keppra, e não resolveu? Estranho. Não sei se chegou a associar medicamentos. O fato é que a polissonografia (PSG) pode ajudar sim, pois vê se acontece algo anormal durante o sono, horário das crises. Convém fazer um diário das crises, anotando quantas e quanto tempo durou, anotando quantos minutos demorou para a criança voltar ao normal. estranhei tb o relato que ele tem as crises, e depois minutos depois levanta e está normal, sem sonolência nenhuma. Isso é incomum em crises convulsivas.
Em resumo, acho que seu filho deveria fazer um video-EEG, a PSG, se nada for demonstrado, ou se não houver crises no EEG ao mesmo tempo das crises clínicas, uma avaliação psicológica pode auxiliar, como bem comentou o landolfo no commentário anterior. abs e boa sorte.
Liliane tenho um filho de 14 anos, as crises começaram aos 12, e um problema parecido com o que vc descreve. No final do ano passado fui a Goiania, São Paulo (USP) e finalmente a Curitiba, fizemos todos os exames que vc menciona, e mais um, o pet ct, a epilepsia que foi constatada era de frequência muito baixa, quase imperceptível. O médico indicou que fizéssemos uma consulta com uma psicoterapeuta, que diagnosticou alguns fatores que influenciavam e desencadeavam as convulsões. Com a introdução de um outro tipo de medicamento, desta vez específico para tratamento psicológico e com a indicação de início de terapia. Não teve mais convulsões desde o ultimo dia 11.04.2014, é cedo para comemorar, mas para quem vinha tendo de duas a três por semana. Se possível procure a equipe de neurologistas do Hospital Angelina Caron na Região Metropolitana de Curitiba.
A polisonografia pode indicar se ele tem apneia e se está dormindo bem ou não. O stress como dito ao longo da matéria pode influenciar, não custa tanto fazer esse exame, (Alguns planos cobrem), meu filho atualmente esta usando um aparelho chamado cepap que ajuda a dormir melhor, e na sequencia passará a fazer sessões com uma fonoaudióloga para fortalecer
Boa noite!
Há quase 3 três anos sofro muito com as convulsões do meu filho. Hoje com 13 anos, teve a primeira convulsão aos 10 anos, repentinamente, teve uma crise forte na escola e entrou em coma. Ficou na UTI por 4 dias em coma, saiu do coma e começou a ter crises enquanto dorme. Já procurei vários especialistas na área, mais de dez eu acho, e até renomados , porém té hoje ninguém conseguiu controlar as crises dele. Vários remédios foram usados, até o Levetiracetam que é importado, no entanto, as crises continuam. Mudei de médica recentemente, ela retirou vários remédios que ele estava tomando, alegando não estar resolvendo, somente deixando ele sonolento e desanimado. Agora esta tentando ficar com o Depakote ER, esta tomando 1750 mg dia, disse que chegará até 2000 mg dia se não resolver mudará para outro. Sinto-me tão desesperada e com a sensação de cansaço, pois não conseguimos controlar nem com medicamentos. Fico muito preocupada com estas crises quase que diariamente. Ele repuxa todo o corpo, debate, saliva, faz um barulho estranho e fica inconsciente. Porém, é bem rápido! Talvez , um minuto, as vezes logo após a crise ele se levanta vai ao banheiro, conversa e as vezes, dorme e ai quando acorda não consegue se lembrar. A neuropediatra pediu para comprarmos um oxímetro para uso durante as crises e monitorar saturação e batimentos. A saturação cai no máximo até 60 mas volta rapidinho ao normal. Já fizemos vários exames: ressonâncias, tomografias, Eletroencefalogramas, colheu licor,entre outros ,porém todos normais. Até hoje ninguém conseguiu me explicar o que ele tem. Essas crises podem afetá-lo de alguma maneira? Por que acontecem somente durante o sono? O que devo fazer? Por favor, me ajude,estou desesperada! Acha que a polissonografia pode ajudar?
Oi minha esposa tem convulsao..ela arregala os olhos, treme a boca e o corpo todo..ja fez eletroencefalograma e deu atividade cerebral discretamente rapida para a idade dela..ela toma carbamazepina..o que deve ser..
ola meu nome e patricia. a filha da minha vizinha ja teve duas crises de convusao; a primeira vez foi p o hospital, foi medicada e tudo bem; agora dessa vez ja vai fazer um mes que ela esta internada, e nao tem um diagnostico, o que sera que ela tem? o que aconteceu?
ola meu nome é sara e com 11 anos tive crise convulsiva; minha medica pediu exames, mas nao se constatou nada neles. é perigoso? se nao deu nada nos exames e hoje tenho 13 anos, e nunca mais houve outras crises, se eu ficar sem tomar meus remedios estas voltarão?
Olá.Meu Nome é Carla e tenho uma filha de 2 anos e 6 meses…Ela teve um episódio de convulsão por febre á uns tres meses atras por causa de amigdalite(Ela teve a crise enquanto estavamos no hospital pq a levei por causa da febre alta).Apos a crise ela ficou em observação por apenas 2 horas apos o ocorrido.Fiquei muito assustada pois ela ficou toda roxa,saindo espuma pela boca,se contorcendo toda,virando o olho e sem conseguir respirar,e quando cheguei em casa ela voltou a dar febre e fiquei morrendo de medo de acontecer novamente em casa, comigo sozinha,acho que não saberia o que fazer,mas graças a Deus ela melhorou..Levei ela ao pediatra do sus no dia seguinte e ele apenas disse que é normal nessa idade e que poderia voltar a acontecer em caso de febre e não passou nenhum exame para fazer..Mas até hoje meu coração fica na mão cada vez que ela começa a ficar febril e já corro com ela pro hospital, convivo com essa angústia todos os dias..Após a crise notei que nas primeiras semanas ela teve muitas crises de soluço(o que não era comum) e ela esta muito agressiva, nervosa, bate e belisca, e se bate por qualquer coisa e não acho que isso seja normal.A minha dúvida é que será que eu deveria procurar um especialista por conta própria e procurar fazer todos os exame preventivos?!
eu estou fazendo exames pq eu tenho varias vezes crise; quando da em mim eu n esculto, n vejo e n lembro do que a pessoa me disse… quando tava para sem ausencia; pode ser epilepsia, mais meu marido disse que quando eu to sem ausencia, eu n deixo ele me beijar e nem dou nada que esta na minha mao.
Minha filha tem epilepsia e sempre tem dor de cabeça oque eu faço?
marisane, deve ter tido uma convulsão… recomenda-se levar para uma avaliação médica. o quanto antes.
Ola,,minha colega desmaiou e ficou pulando,se batendo no cão e salivava.Quando ela acordou ficou inconciente e demorou para voltar em si.
é muito grave o que ela tem?
Normalmente se espera uns 2-3 anos sem crises para pensar em retirar os remédios (depakote). Converse com o neuroped.
Olá, tenho uma filha de 11 anos e apresentou uma crise aos 10 anos pois bateu a cabeça na escola, dai pra frete ela já teve dua crises.
o neuropediatra pediu os exames necessários e não deu nada. hoje ela toma o remédio Depakote ER 500. minha pergunta é: quando ela deverá parar de tomar
essa medicação. Pois isso me angustia muito . Morro de medo quando ela ficar sem tomar o remédio , pois essa última foi assim estava a um mês sem tomar e veio a crise.
Minha mãe tinha desmaio com convulsões, chegou uma época que ficou grave, onde ela fez cirurgia e colocou marca passo, porém estado dela ficou grave e alguns meses , ela faleceu.
minha pergunta é: esse problema de saúde passa para os filhos, quais especialista devo procurar, exames devo fazer.
Ultimamente venho tendo problema de vertigem, sensação de pressão baixo, no médico não deu nada, porém essa sensação já vem repetindo.
Obrigado
ao ler essas informaçoes me ajudou muito.Agora posso diferenciar convulsão de epilepsia.
celia, pode fazer sem problemas a cirurgia. apenas terá que informar ao anestesista, que ele te orienta como e quando tomar o remedio durante e no pós-operatorio. de regra, não se suspende se a pessoa está bem sem crises com o medicamento. e não é motivo para barrar a cirurgia.
patricia, ligue ou vá até o pediatra da sua filha, conte o ocorrido. observe a partir de agora se ela irá repetir isso. por enquanto, nada de medicamentos, apenas observar e levar logo ao pediatra.
joao, crise sem febre é uma coisa que tem que ver com cuidado. certamente o neuropediatra deve ter pedido para o seu filho os exs de EEG, tomo ou ressonancia magnetica, ou até mesmo triagem na urina para erros inatos do metabolismo. com certeza ele deverá tomar o medicamento. depakene é uma escelente opção. atentar para o desenvolvimento da criança, se está tudo certinho, se fez LCR, etc.
qualquer duvida me escreva. abs e boa sorte.
eliz, convulsões não levam à morte, a não ser que sejam contínuas e muito prolongadas.
Meu filho morreu de convulsao fui dormir, quando acordei ele estava geladinho ja sem vida; tentei reanimar mas sem sucesso.
boa tarde!
Ajuda urgente… Meu filho tem dois anos e meio e nos últimos dois meses ele teve seis crises, já levamos no neuropediatra e ele está tomando depaquene 5ml duas vezes ao dia. nas crises ele contrai a musculatura e revira os olhos. não saliva em excesso e nem tem movimento involuntário. o especialista afirma que as crises dele podem ser controladas logo e que ele não sinta mais. mas as vezes me pergunto se ele está nos poupando… a crise é sem febre. Gostaria de saber se ele poder ser cura logo? se as crises poder afetar ele no futuro?
Ola tenho uma filha de 2 anos e 4 meses, e eu peguei ela debruçada em uma cadeira com o olhar parado, com a lingua de fora e desmaiada; peguei ela no colo, vi q ela nao estava respondendo balancei, mas ela nao me respondia estava muito assustada pois nunca tinha dado isso; nao sei o q fazer me responda o q devo fazer.
Meu nome e Celia estou com uma Cirurgia Bariatrica marcada para o proximo mes tenho convulção tomo Tegretol de 200mg duas vezes ao dia, estou preocupada será que posso fazer essa Cirurgia ou não, e também estou com medo do Anestesista barrar a cirurgia a essa possibilidade pois faz 14 anos que não tenho convulção e está controlada
Obrigada Celia Boa Tarde
Meu filho tem 2anos, desde que ele nasceu, tem umas crises em que ele fica todo gelado, com o olhar fixo, as vezes ele fecha a mão tão forte que nem eu ou o meu marido conseguimos abrir; tenho muito medo pois já faz 1ano e 9 meses que mandei um encaminhamento para um neurologista e a ainda ele não foi chamado… o que eu faço?
Fui tomar banho e deixei meu filho dormindo e quando sai do encontrei meu filho babando muito e com o olhar parado e com um branço pulsando muito ,demorou uns quinse minutos e ele voltou o normal
Polyana, pensei bastante para te responder. Primeira coisa: saber se tens com frequência a volta das crises. Se isso acontece, ver como reduzir e limpar as crises, com o Neuro, reavaliando seus remédios. Segundo, conversar aberta e sinceramente cm seu marido. Se possível, buscar ajuda de psicóloga ou terapeuta, ou até mesmo psiquiatra, se tens alguma depressão associada. Depressão não é frescura, é doença e tem que ser tratada. Rezarei por vc. Faça o que te recomendei. Abs
oi tenho epilepsia e meu marido tem vergonha de sair comigo e me machuca demais o que faço ja pensei em desistir da minha vida mas nao preciso tentar mais um pouco mas sofro demais saber que ele tem vergonha de mim nao gosta de sair comigo mais ….
ruth, pela descrição que relata, parece ter sido uma convulsão. convem procurar um porfissional 9clínico ou neuroclínico). ficar tranquila, se foi apenas uma convulsão – isolada, primeiro episódio da vida, pode esperar e passar com neuroclínico ambulatorialmente, sem precisar correr até um pronto-socorro. se foi um evento que se repetiu, segunda ou terceira vez, ou mais, daí, sim, procurar com maior urgência, pois a chance de voltar é maior.
Olá,
Meu marido teve uma crise estranha quando dormia primeiro deu um grito esquisito e depois ficou um tempo sem respirar com o pescoço meio torto ai voltou com os dentes travados e chiando e soltava saliva como espuma depois quando voltou ao normal mais suava muito, percebi que estava fora de si delirando logo depois voltou a dormi normalmente. No outro dia não se lembrou de nada e disse que tava com a língua cortada. Fiquei muito assustada o que será? Por favor, responda estou preocupada.
Quando uma pessoa com epilepsia esquece de tomar os remédios, começa a te perda de memoria por não ter tomado os remedios nas horas certas, ou a perda de memoria e por causa das convulsões….remedio é obrigatorio em que situação de epilepsia? so as mais graves ou em todas?quando uma pessoa com epilepsia pode parar de tomar os remedios? tem outra forma de tratar a epilepsia sem precisar de remédio? ……surto faz parte de sintomas de epilepsia ou é outra doença sendo formada …..?.
tainara, quando sua tia tiver convulsao de novo, sugiro leva-la imediatamente a um AMA ou pronto-socorro. assim, algum médico poderá ver o tipo de convulsao. na hora da crise, o melhor a fazer é deitar a pessoa no chão ou local sem chance de cair, virar a cabeça e esperar a crise – convulsão passar, nunca colocar os dedos ou puxar a lingua da pessoa, e apenas virar sua cabeça para que ela não se engasgue com a propria saliva.
minha tia tem um tipo de convuçao que ela entorta toda e sua lingua enrola e lea fica toda palida que tipo de convunçao e essa e o que deve ser feito
Esqueci de da uma uma noite o remedio, e estou muito preocupada, o que faço?
uanzila, é dificil opinar sobre isso, porque estás falando de usar um remedio que serve para varias coisas, a carbamazepina. tudo depende do motivo pelo qual o medico prescreveu a carba. vc perguntou para ele o por que? vertix é um dos remedios usados como preventivo de dor de cabeça cronica. com o vertix resolveu a dor? apareceu alguma coisa na tomografia que ela fez???? tudo depende. converse com o neuro e pergunte estas suas duvidas. se a carba foi passada para prevenir crises, a pessoa (sua filha) teve crises? ou não?
marcelo, existem crises mesmo que só aparecem à noite. este dado é interessante para pesquisar causas nesta linha. vc certamente já deve ter feito polissonografia, para avaliar o seu sono e ver se tens algum transtorno do sono. seria interessante revisar os seus exames, a ressonância, as doses máximas dos medicamentos que vc já usou, para ver se realmente seu tratamento foi otimizado (dizemos que um tratamento foi otimizado quando conseguimos chegar ao máximo de dose recomendada para determinada doença). se foi realmente otimizado e continua a ter crises, e foi totalmente investigado, costuma-se dizer que a pessoa tem uma epilepsia de dificil controle, e daí a história muda, pois parte-se para usar combinações de anticonvulsivos, para tentar controlar as crises, e se nada resolve, até fazer video-EEG e cirurgia em alguns casos.